O mundo sinaliza: Tributar não é o caminho. Mas o Brasil insiste.

A engrenagem é muito fácil de se entender. Impostos altos para empresas afastam empresas. Afastar empresas do nosso país significa menos investimento, queda na economia e redução de empregos. E como diria o saudoso Gonzaguinha: “…e sem o seu trabalho, o homem não tem honra, e sem a sua honra, se morre, se mata”.

Os Estados Unidos passam por uma votação que inevitavelmente repercutirá em todo mundo – como quase tudo que acontece por lá. A Reforma Tributária Americana finalmente seguirá a tendência global de redução da alíquota de imposto de renda para empresas, o que terá um impacto extremamente positivo sobretudo para população americana.

Justifico: Empresa não paga e nunca pagará imposto. Sempre que se aumenta a carga tributária sobre empresas, automaticamente esse reajuste é repassado para o consumidor através do aumento no valor de seus produtos ou serviços. Em resumo, o aumento de impostos para empresas é um aumento de impostos indireto para o bolso do cidadão comum. É o aumento de impostos à população disfarçado de um discurso politicamente correto de tributar os grandes empresários e o capital especulativo internacional. Esse discurso bonito -não pra mim- é engolido pela massa que se mantém inerte e permite que o governo continue saqueando seus bolsos, tomando seus empregos e os escravizando para que sejam eternos dependes de um estado corrupto, ineficiente e incapaz. Além disso, o foco destes é que os cidadãos não descubram que podem viver tranquilamente sem os tentáculos do estado ditando os rumos mais íntimos de suas vidas.

Diversos outros países já entenderam o impacto negativo que tributar em demasia pode causar a suas economias e ao seu povo. A França, Alemanha, o Reino Unido, México e Coreia do Sul operaram uma diminuição considerável da alíquota do imposto de renda sob empresas -a Alemanha chegou a reduzir 20%. Até a Argentina, nossa hermana aqui do lado, trabalha atualmente no sentido de operar essa redução. O Brasil segue com o discurso do século passado de que os empreendedores são opressores, que enriquecem as custas da exploração de seus empregados e que devem ser punidos a qualquer custo.

A maioria dos países já compreenderam que precisam criar um ambiente saudável para práticas empreendedoras, atrair investimentos e empresas para gerar crescimento na economia e aumento de empregos para população. Compreenderam também que aumentar imposto sobre empresas não é nada atrativo. Após sua Reforma Tributária, os Estados Unidos aderem a essa prática mundial de incentivo ao livre mercado, a livre iniciativa e a competitividade. Na contramão do mundo, o Brasil seguirá naquele grupinho cada vez menor de grandes economias com imposto de renda sob empresas acima de 30%.

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